Foto: Rob Fahey from London, United Kingdom / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)
Monster Hunter Wilds chegou ao Nintendo Switch 2 bem ajustado e com uma performance consistente, segundo reportagem do Adrenaline. O jogo fez concessões visuais pra rodar sem engasgos no console da Nintendo — basicamente, a resolução caiu em relação às versões de outros hardwares, mas o ganho em fluidez compensou a escolha.
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O sacrifício gráfico não tirou a graça da experiência. A Capcom conseguiu manter a essência do gameplay de Monster Hunter intacta no Switch 2, oferecendo aos jogadores do console uma forma sólida de aproveitar a aventura de caçar monstros gigantes. Pra quem tem o portátil híbrido da Nintendo, significa que não vai ficar pra trás na diversão — só vai ver tudo um pouco menos brilhante na tela.
Esse tipo de otimização é comum em lançamentos multiplatforma: cada console recebe uma versão que faz sentido com o seu poder de processamento. No caso do Switch 2, a estratégia funcionou — Monster Hunter Wilds prova que é possível trazer jogos de grande escala pro console sem sacrificar tanto a jogabilidade, que é o que realmente importa na hora de se divertir.
A história da franquia e seu sucesso global
A série começou em 2004 no Playstation 2 e virou um fenômeno, segundo a Wikipédia. Os primeiros jogos venderam bem no Japão e em países asiáticos, principalmente porque usavam recursos multijogador ad hoc em consoles portáteis. Nos mercados ocidentais, a recepção da crítica foi positiva, mas as vendas definharam por causa da curva de aprendizado íngreme.
Tudo mudou com o lançamento de Monster Hunter: World em 2018, que a Capcom criou especificamente para atrair públicos globais usando o poder de consoles avançados.
O game conquistou o posto de mais vendido nos primeiros três dias de chegada ao mercado e mantém o recorde como o videogame mais comercializado da Capcom na história, atingindo 21 milhões de cópias vendidas até julho de 2022, sendo que mais de 70% dessas vendas vieram de fora do Japão.
Como funciona o gameplay
O loop principal é sempre o mesmo: o caçador assume o papel de um combatente em um ambiente de fantasia e mata ou captura monstros grandes usando armas, ferramentas e recursos ambientais. Ao vencer, o jogador ganha saque — basicamente partes do monstro —, dinheiro do jogo e recompensas de missão.

Com tudo isso, o caçador forja ou melhora armas, armaduras e itens que permitem enfrentar criaturas ainda mais poderosas, completando um ciclo compulsivo. Segundo a Wikipédia, as habilidades do caçador não crescem intrinsecamente: elas são definidas pelas armas e armaduras específicas selecionadas.
Todos os títulos da série principal têm modo multijogador cooperativo com até quatro jogadores, mas também podem ser jogados sozinho. As missões mais difíceis são normalmente restritas pela classificação do caçador, que aumenta conforme o jogador completa tarefas específicas.
Monster Hunter Rise e a verticalidade nos mapas
Monster Hunter Rise foi lançado em março de 2021 para Nintendo Switch e se tornou o segundo jogo mais vendido da série, com mais de 7,5 milhões de unidades no mundo todo, conforme a Wikipédia.

O título introduziu novidades importantes: o Palamute, um companheiro animal parecido com cão que permite ao jogador cavalgar pelo mapa ou participar de batalhas; e o Wirebug, uma ferramenta para escalar verticalmente e montar certos monstros. Os mapas de Rise foram projetados com foco maior em movimento vertical do que os jogos anteriores, refletindo seu conceito central.
Uma expansão chamada Sunbreak saiu em junho de 2022. O jogo também inovou com o Rampage, um modo de sobrevivência onde os jogadores defendem a vila-base de ataques de múltiplos monstros, configurando armas de cerco e instruindo personagens não-jogáveis a atacar enquanto enfrentam as criaturas diretamente.
Vendas totais e expansão da série
A franquia ultrapassou a marca de 100 milhões de unidades comercializadas globalmente até maio de 2024, com Monster Hunter: World e Monster Hunter Rise e seus conteúdos adicionais respondendo por quase a metade desse número, de acordo com a Wikipédia. Além dos games, a franquia se expandiu para outras mídias: há um anime baseado no spinoff Monster Hunter Diary: Poka Poka Airou Village, um mangá chamado Monster Hunter Orage, filmes de live-action e animação, e até um livro. Tudo isso mostra como a propriedade intelectual cresceu muito além dos videogames.
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